Julgamento

Discografia

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No Foco do CAOS

No Foco do CAOS 2008

Por Lafaiete Júnior (site do programa Alto Falante) De acordo com o (mini) Dicionário Aurélio, julgar é decidir como um juiz, aplicar sentença, formar opinião ou juízo crítico sobre algo, avaliar. Pois bem, essa definição serve de base para entender o som do grupo de rap Julgamento. Mas não pense que eles julgam por julgar, apenas com a intenção de fazer um barulho sem proposta para ganhar espaço. Espaço sem conteúdo. Parecido com outros grupos por ai, independente do estilo. No caso dos belo-horizontinos do Julgamento o barulho tem proposta e conteúdo, opinião e urgência.

Muito Além (2011)

Muito Além (2011) 2011

CD Muito Além, por Lafaiete Júnior - Veia Urbana A gangue Julgamento (três vocais, dois DJs, guitarra, baixo e bateria) tem um trabalho bem peculiar dentro do gênero hip hop, em que o formato de banda garante ao grupo uma mobilidade dentro de sua proposta. E garante principalmente um peso instrumental que, em alguns casos, combina perfeitamente com as letras despejadas pelos três MCs, como as músicas “Muito além” e “O poder da palavra”, por exemplo.

Muito Além - Spotify

Muito Além - Spotify 2017

EP lançado em 2011.

https://open.spotify.com/album/2CG4W1qF5lLkJydxHFfdQF

Boa Noite

Boa Noite 2018

novo disco intitulado Boa Noite foi lançado nas plataformas digitais no dia 12 de janeiro, e tem como base narrativa os acontecimentos políticos dos últimos anos, explorando através de rimas e samplers a construção midiática da realidade. O mito da Caverna de Platão é explorado de forma gráfica através da capa do álbum, fazendo alusão à construção social e, no caso, midiática da realidade. “Boa Noite” nasce no contexto da crise política, no momento em que o pensamento reacionário parece ganhar força no discurso cotidiano. É o rap assumindo o seu lugar de compromisso, como dizem os versos do Sabotage. O som denuncia, debate, mas também busca caminhos. Mais do que abordar as mazelas do cotidiano, o trabalho trata das reações e das possibilidades de transformação que trazem o esforço coletivo. Essa visão do coletivo, da importância da representatividade e das múltiplas pautas, trouxe um time de peso para o novo trabalho, reunindo BNegão, Tamara Franklin, Kainná Tawá, Ohana, Monge MC, Michelle Oliveira (Cromossomo Africano), Marcelo Veronez, Dokttor Bhu, Shabê, Gurila Mangani, Igor Carpe Diem e X Câmbio Negro.